Road Trip
Para desbravar com autonomia as múltiplas paisagens dessa ilha: gêiseres, vulcões, cachoeiras, glaciares e piscinas de água quente convidativas em pequenas cidades charmosas e modernas, que cultuam a arte, a música e a moda.
Tem de tudo um pouco: gastronomia, paisagens grandiosas, vida noturna vibrante e, claro, a aurora boreal. A poucos passos da América do Norte e da Europa, é um destino imperdível (e que vale cada quilômetro percorrido).
Para desbravar com autonomia as múltiplas paisagens dessa ilha: gêiseres, vulcões, cachoeiras, glaciares e piscinas de água quente convidativas em pequenas cidades charmosas e modernas, que cultuam a arte, a música e a moda.
Perdido no Mar do Norte, a 700 quilômetros de seu vizinho mais próximo, o país mais amigável do mundo inspira pela simplicidade sofisticada do cotidiano: conexão com a natureza, confiança mútua e respeito à diversidade.
Ela é pequena, graciosa e cheia de vida: tanto que adora arte, moda, vida noturna e, é claro, música. A dica é andar sem rumo por Reykjavík e escolher entre comer em restaurantes finos ou food trucks descolados.
A Islândia leva o nome de “terra do gelo” por abrigar o maior glaciar da Europa e por ter 15% do seu território coberto de neve (sobre o qual é possível caminhar, além de adentrar cavernas congeladas). Mas o lar da cantora Björk bem podia se chamar “terra do fogo”. Afinal, possui 20 vulcões ativos, lava petrificada, praias de areia preta vulcânica e piscinas naturais de água quente.
De setembro a abril, quando as noites são mais longas nas alturas do paralelo 66 da Terra, as “Luzes do Norte” dão shows nos arredores de Reykjavík. Essas partículas de ventos solares, avistáveis apenas nas regiões próximas aos polos, surgem de repente, nas cores azul, verde, roxa, branca e vermelha, dançando e fazendo a alegria de quem as vê.
O norte do país é tão diferente que o campo de lava de Eldhraun, ali localizado, abrigou até o treino dos astronautas que pisaram na lua nos anos 1960. Frequentada por quem viaja com tempo, a região tem em Húsavík o melhor ponto de observação de baleias de toda a Europa.
Em meio às casas de telhados coloridos da capital alinham-se as paixões locais: a arquitetura moderna, palco de festivais de música badalados; a moda, presente nas vitrines divertidas; piscinas públicas e seus encontros sociais; a arte, presente nos grafites e nas galerias vibrantes; e a vida noturna, que movimenta a madrugada.
A melhor forma de explorar a Islândia é pela Ring Road, que contorna o litoral sul. As principais paradas são: as Cataratas de Gullfoss; os gêiseres fumegantes; o Parque Nacional Thingvellir; cachoeiras incríveis, como a de Seljalandsfoss; os abismos de Dyrhólaey e as praias de areia negra, como a do glaciar de Jökulsárlón.